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Duplas brasileiras perdem semifinais na categoria 18 anos do Banana Bowl

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A brasileira Beatriz Haddad Maia não conseguiu disputar sua segunda final seguida de duplas na Gira Cosat e perdeu na semifinal ao lado da paraguaia Montserrat Gonzalez para a parceria formada pela cazaque Anna Danilina e a polonesa Zuzanna Maciejewska por duplo 6/4.

As sul-americanas haviam conquistado o título na etapa de Assunção, no Paraguai, e eram cabeça de chave 1 nas duplas femininas do Banana Bowl. Anna Danilina e Zuzanna Maciejewska enfrentam na final a dupla formada pela peruana Ferny Angeles Paz e a norte-americana Katrine Isabel Steffensen, que venceram a parceria da boliviana Maria Ines Deheza e a argentina Maria Constanza de las Me Vega na semifinal por 6/4 4/6 11-9.

Nas duplas masculinas, a parceria brasileira formada por Gabriel Friedrich e André Napolitano perdeu para os peruanos Jorge Brian Panta Herreros e Daniel Santos por 2 sets a 1, com 6/4 4/6 10-6. O italiano Gianluigi Quinzi e o argentino Christian Garin garantiram a outra vaga na final com a vitória por 6/2 6/4 sobre o argentino Pedro Cachin e o francês Quentin Halys.

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Friedrich e Pigossi avançam em dia ruim para favoritos no 42º Banana Bowl

O 42º Banana Bowl teve suas primeiras surpresas nesta terça-feira com a eliminação de cabeças de chave como os brasileiros Beatriz Haddad Maia e Thiago Monteiro, da Academia de Larri Passos e do Projeto Olímpico Rio-2016, e contou com boas atuações de Gabriel Friedrich e Laura Pigossi, que se garantiram nas oitavas de final da categoria 18 anos, que é disputada no Itamirim Clube de Campo, em Itajaí.


Mais tradicional torneio juvenil do tênis brasileiro, o Banana Bowl muitas vezes vê favoritos ficando pelo caminho e foi o que se repetiu com Beatriz Haddad Maia, cabeça de chave 16, que não conseguiu fazer um bom jogo e perdeu em simples para a norte-americana Louisa Chirico por 6/4 e 6/0.

Thiago Monteiro era o cabeça de chave 1 na categoria 18 anos masculina e começou melhor em quadra para vencer o primeiro set, mas não conseguiu manter o ritmo e acabou eliminado pelo italiano Pietro Licciardi com parciais de 2/6, 6/4 e 6/3.

E se o dia não foi dos melhores para os cabeças de chave, quem soube tirar proveito e eliminar mais um favorito foi o brasileiro Gabriel Friedrich, que eliminou o japonês Kaichi Uchida, cabeça de chave 2 do torneio, por 2 sets a 1, com parciais de 7/6(5), 4/6 e 6/1. O próximo adversário de Friedrich será o italiano Federico Maccari nesta quarta-feira, não antes das 11h.

“Sabia que era um jogo duro, conhecia o cara já. Mas desde ontem vinha falando com meu técnico sobre as táticas para usar no jogo , dormi sabendo o que fazer. Acordei bem, estava muito confiante para o jogo”, afirmou Gabriel Friedrich após a vitória.

“Todo mundo joga bem, todo mundo pode ganhar de qualquer um. Não tem essa de favorito”, completou o tenista que treina desde agosto do ano passado no Instituto Gaúcho de Tênis (IGT).

Responsável por abrir a quadra central, Laura Pigossi não deu chances para a italiana Candelaria Sedano-Acosta e cedeu apenas um game na partida, vencendo com parciais de 6/0 e 6/1 para ir às oitavas de final enfrentar a belga Elke Lemmens, cabeça de chave 6, a partir das 9h30.

“Eu joguei super bem hoje. A menina jogou bem melhor ontem, hoje não conseguiu jogar o melhor dela, eu entrei bem e fiz o que tinha que fazer. Acho que tenho que ir jogo a jogo, ponto a ponto e fazer o meu melhor”, afirmou Laura Pigossi.

Nesta quarta-feira a rodada do Banana Bowl na categoria 18 anos será disputada a partir das 9h30 no Itamirim Clube de Campo, em Itajaí. Já as categorias 12, 14 e 16 anos têm início às 11h no Bela Vista Country Club, em Gaspar.

 

André Sá organiza jogo de futebol no Bela Vista

 

O tenista mineiro André Sá, atual 47º do mundo no ranking de duplas, vai organizar um jogo de futebol ao lado do presidente da Federação Catarinense de Tênis (FCT) e técnico Rafael Westrupp no Bela Vista Country Club, em Gaspar, local que recebe as partidas das categorias 12, 14 e 16 anos do Banana Bowl. O evento vai ocorrer a partir das 19h.

Beatriz Haddad Maia, Laura Pigossi e Thiago Monteiro estreiam tentando confirmar favoritismo no 42º Banana Bowl

Entre os favoritos na disputa pelo título do 42º Banana Bowl, três brasileiros estreiam apenas nesta terça-feira após saírem adiantados como cabeças de chave na primeira rodada. O cearense Thiago Monteiro é o principal nome da chave masculina, enquanto Beatriz Haddad Maia e Laura Pigossi tentam levar a melhor em uma equilibrada chave feminina.

Marcelo Ruschel / POA Press

Para Laura Pigossi, a edição deste ano do Banana Bowl é especial por ser a última, já que a tenista completa 18 anos em 2012 e terá de passar a jogar apenas nos torneios profissionais, deixando o juvenil para trás em um momento no qual é uma das 50 melhores do mundo na categoria.

“Eu sou de 1994, esse é o meu último Banana. Fico meio até triste, mas é bom, já faz tempo que estou jogando juvenil”, afirma Laura Pigossi, que tem o desejo de ser a responsável por quebrar o jejum de 21 anos sem títulos de brasileiras na chave de 18 anos. “Já faz um bom tempo, mas vou tentar ser campeã dessa vez na minha ultima chance. Acho que todo mundo joga bem, mas todas são ganháveis”, completa.

Laura Pigossi joga a primeira partida da quadra central nesta terça-feira, às 9h, contra a italiana Candelaria Sedano-Acosta. Logo em seguida quem entra na quadra central é Beatriz Haddad Maia, atleta do Projeto Olímpico Rio-2016, que enfrenta a norte-americana Louisa Chirico. Bia ainda volta a jogar após as 14h nas duplas ao lado da paraguaia Montserrat Gonzalez, ao lado de quem foi campeã na etapa paraguaia da Gira Cosat.

“Treinei bastante, consegui jogar bem essa semana e estou preparada para enfrentar qualquer menina aqui e ir bem no campeonato. Na semana passada consegui jogar tranquila e feliz”, afirma Bia.

O último jogo de simples da quadra central será do cearense Thiago Monteiro, atleta do Projeto Olímpico Rio-2016. O brasileiro enfrenta o italiano Pietro Licciardi na busca pelo título da categoria 18 anos do Banana Bowl, evento que considera especial.

“Estou bem preparado, venho preparando bastante. Joguei bons jogos em Floripa no challenger (Aberto de Florianópolis). Vou seguir o mesmo foco no torneio que é muito importante para mim, tem um valor pessoal  e espero fazer uma boa campanha”, afirma Monteiro, que não se sente pressionado como cabeça de chave número 1.

“Eu procuro não me pressionar. É um torneio importante, mas vou procurar jogar como joguei em todos os torneios juvenis e profissionais. Vou dar o meu máximo em cada ponto e vamos ver o que dá no final”, finaliza o número 3 do mundo no ranking juvenil ITF.

Beatriz Haddad Maia comenta suas chances na categoria 18 anos do 42º Banana Bowl

Brasileira que estreou neste ano na Fed Cup joga o Banana Bowl depois de obter o vice-campeonato de simples e o título de duplas na etapa paraguaia da Gira Cosat

Partidas femininas abrem a chave de 18 anos do 42º Banana Bowl

O Banana Bowl inicia as chaves principais de sua 42ª edição nesta segunda-feira reunindo grandes tenistas juvenis internacionais e brasileiras como Beatriz Haddad Maia e Laura Pigossi entre as candidatas a título na categoria 18 anos nas quadras do Itamirim Clube de Campo, em Itajaí (SC).

Marcelo Ruschel/POA Press

A rodada desta segunda-feira se inicia às 9h com a abertura da chave principal feminina, enquanto os jogos masculinos começam a ser disputados a partir das 11h. As brasileiras Eduarda Nardi dos Santos, Mariah Plauth, Carolina Meligeni Alves, Giovanna Baccarini e Samantha Czarniak Rego estreiam pela chave feminina já nesta segunda-feira, enquanto Beatriz Haddad Maia e Laura Pigossi saem adiantadas por serem cabeças de chave.

“Acho que está bem difícil o torneio, as meninas estão jogando bem, mas eu e a Bia temos completa condição de ganhar o torneio”, avalia Laura Pigossi.

“Todo jogo é duro, não tem menina mais fraca ou forte. Sendo cabeça ou não, tenho que jogar sempre igual e impor meu jogo. Independentemente da menina, tenho que saber que todo jogo pode ser duro”, completa Beatriz Haddad Maia.

A chave masculina tem o brasileiro Pedro Guimarães jogando na quadra central contra o mexicano Lucas Gomez. Também jogam nesta segunda-feira os brasileiros Rafael Matos, Mateus Brisot Silva, Bernardo Casares, Gabriel Friedrich, Leonardo Civita Telles, João Walendowsky, André Napolitano, Hugo Cesar Dojas, Felipe Frias e Guilherme Hadlich.

O único brasileiro que sai adiantado e não joga nesta segunda-feira na chave masculina de simples é o cearense Thiago Monteiro, cabeça de chave número 1 do torneio, que treina com Larri Passos e faz parte do Projeto Olímpico Rio-2016 da CBT.

42º Banana Bowl começa neste sábado com o quali em Itajaí e Gaspar

O 42º Banana Bowl tem início com o qualifying neste sábado, a partir das 9h (de Brasília) no Itamirim Clube de Campo, em Itajaí, e no Bela Vista Country Club, em Gaspar, na disputa do tradicional torneio infanto-juvenil que conta com futuras estrelas do tênis mundial.

Marcelo Ruschel/POA Press

O evento que já revelou Andy Roddick, Fernando Meligeni, Gabriela Sabatini, Gustavo Kuerten, Ivan Lendl, John McEnroe e Juan Martin Del Potro, entre outros, reúne novamente os principais jogadores do mundo das categorias 14, 16 e 18 anos, além dos melhores brasileiros na categoria 12 anos.

Neste ano o torneio tem entre os brasileiros nomes como o de Beatriz Haddad Maia, mais jovem do país a atuar em uma Fed Cup, Carolina Meligeni Alves, sobrinha de Fernando Meligeni que foi campeã da categoria 16 anos em 2011 e a top 50 juvenil Laura Pigossi na chave feminina de 18 anos.

No masculino as atrações são o número 2 do mundo juvenil Thiago Monteiro, integrante do Projeto Olímpico Rio-2016 que treina com Larri Passos e tem a carreira seguida de perto por Gustavo Kuerten. Pedro Guimarães e Hugo Dojas são outras atrações nacionais na categoria 18 anos, enquanto Orlando Luz entra como um dos favoritos na categoria 14 anos após três títulos na Gira Cosat. Pela categoria 16 anos estão tenistas como Silas Cerqueira, Osni Santos Junior, Gabriel Hocevar e Marcelo Zormann da Silva.

Os brasileiros da categoria 18 anos tentam dar fim a um jejum de 31 anos no masculino e de 21 anos no feminino sem conquistas no Banana Bowl. E neste ano mais uma vez os adversários são fortes, com o italiano Gianluigi Quinzi, o japonês Kaichi Uchida, o belga Kimmer Coppejans e o francês Enzo Couacaud na chave masculina.

“São tantos anos já de Banana Bowl, é um torneio que a gente pode colocar no nível de um Grand Slam pela importância que tem e pela história que tem”, afirma o técnico Marcos Daniel, ex-56º do mundo, que jogou o torneio nas categorias 14, 16 e 18 anos.

Entre as meninas a chave tem a paraguaia Montserrat Gonzalez, que defendeu a equipe de seu país na Fed Cup deste ano. Outros destaques são a norte-americana Kyle McPhillips, a polonesa Zuzanna Maciejewska e a argentina Victoria Bosio.

“O Banana Bowl é um torneio reconhecido a nível mundial. Para a molecada do Brasil é uma importantíssimo ter essa oportunidade de estar jogando em casa. Receber um torneio desse só vai ajudar a fomentar o tênis de base. É um privilégio receber esse torneio em Santa Catarina”, afirma o presidente da Federação Catarinense de Tênis (FCT), Rafael Westrupp, que também é técnico e já disputou o Banana Bowl como tenista.

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